domingo, 24 de abril de 2011

Pleasure

"Pleasure describes the broad class of mental states that humans and other animals experience as positive, enjoyable, or worth seeking. It includes more specific mental states such as happiness, entertainment, enjoyment, ecstasy, and euphoria. In psychology, the pleasure principle describes pleasure as a positive feedback mechanism, motivating the organism to recreate in the future the situation which it has just found pleasurable. According to this theory, organisms are similarly motivated to avoid situations that have caused pain in the past.

The experience of pleasure is subjective and different individuals will experience different kinds and amounts of happiness in the same situation. Many pleasurable experiences are associated with satisfying basic biological drives, such as eating, exercise or sex. Other pleasurable experiences are associated with social experiences and social drives, such as the experiences of accomplishment, recognition, and service. The appreciation of cultural artifacts and activities such as art, music, and literature is often pleasurable.

In recent years, significant progress has been made in understanding the brain mechanisms underlying pleasure. One of the key discoveries was made by Kent C. Berridge who has shown that pleasure is not a unitary experience. Rather, pleasure consists of multiple brain processes including liking, wanting and learning subserved by distinct yet partially overlapping brain networks. In particular, this research has been helped by the use of objective pleasure-elicited reactions in humans and other animals such as the behavioral ‘liking’/‘disliking’ facial expressions to tastes that are homologous between humans and many other mammals.

Recreational drug use can be pleasurable: some drugs, illicit and otherwise, directly create euphoria in the human brain when ingested. The mind's natural tendency to seek out more of this feeling (as described by the pleasure principle) can lead to dependence and addiction. Berridge and Robinson have proposed that addiction results from drugs hijacking the ‘wanting’ system through a sensitization of the mesolimbic dopamine system."

Wikipedia.

Trisha Brown

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Gilles Deleuze

Primeira parte

"É muito difícil "explicarmo-nos" - uma entrevista, um diálogo, uma conversa. A maior parte das vezes, quando me é colocada uma questão, mesmo que seja pertinente, apercebo-me que não tenho rigorosamente nada a dizer. As questões fabricam-se, como qualquer outra coisa. Se não nos deixam fabricar as nossas questões, com elementos vindos de toda a parte, não importa de onde, se apenas no são "colocadas", não temos grande coisa a dizer. A arte de construir um problema é muito importante: inventa-se um problema, uma posição do problema, antes de se encontrar uma solução. Nada disto é feito numa entrevista, numa conversa, numa discussão. Até a reflexão, a sós, a dois, ou entre várias pessoas, não basta. Sobretudo para a reflexão. Com as objecções, ainda é pior. Cada vez que me fazem uma objecção, tenho vontade de dizer: "De acordo, de acordo, passemos a outra coisa." As objecções nunca foram fecundas. Passa-se a mesma coisa quando me é colocada uma questão geral. A finalidade não é dar respostas a questões, mas antes, sair delas. Muita gente pensa que é apenas repetindo as questões que se pode sair delas. "Que se passa com a filosofia? Está morta? Vai ser ultrapassada?" É muito penoso. Não paramos de regressar à questão para tentarmos sair dela. Mas nunca se pode sair desse modo. O movimento faz-se sempre nas costas do pensador, ou no momento em que ele pestaneja. Sair, é algo que já está feito, ou então que nunca faremos. As questões estão normalmente numa relação de tensão com um futuro (ou com um passado)." (...)

Gilles Deleuze Diálogos.

sexta-feira, 15 de abril de 2011
























Phoebe


PRESSENTIMENTO DO FIM. TENHO DE ARRUMAR AS MINHAS IDEIAS. NÃO QUERO MORRER.TODA A GENTE TEM MEDO.

Rainer Werner Fassbinder (Sangue no pescoço do gato)