sábado, 23 de fevereiro de 2008

C.S Lewis

Chapter One


The Law of Human Nature


Every one has heard people quarrelling. Sometimes it sounds funny and sometimes it sounds merely unpleasant; but however it sounds, I believe we can learn something very important from listening to the kind of things they say. They say things like this: 'How'd you like it if anyone did the same to you?' -- 'That's my seat, I was there first' -- 'Leave him alone, he isn't doing you any harm' -- 'Why should you shove in first?' -- 'Give me a bit of your orange, I gave you a bit of mine' -- 'Come on, you promised.' People say things like that every day, educated people as well as uneducated, and children as well as grown-ups.
Now what interests me about all these remarks is that the man who makes them is not merely saying that the other man's behaviour does not happen to please him. He is appealing to some kind of standard of behaviour which he expects the other man to know about. And the other man very seldom replies: 'To hell with your standard.' Nearly always he tries to make out that what he has been doing does not really go against the standard, or that if it does there is some special excuse. He pretends there is some special reason in this particular case why the person who took the seat first should not keep it, or that things were quite different when he was given the bit of orange, or that something has turned up which lets him off keeping his promise. It looks, in fact, very much as if both parties had in mind some kind of Law or Rule of fair play or decent behaviour or morality or whatever you like to call it, about which they really agreed. And they have. If they had not, they might, of course, fight like animals, but they could not quarrel in the human sense of the word. Quarrelling means trying to show that the other man is in the wrong. And there would be no sense in trying to do that unless you and he had some sort of agreement as to what Right and Wrong are; just as there would be no sense in saying that a footballer had committed a foul unless there was some agreement about the rules of football.
Now this Law or Rule about Right and Wrong used to be called the Law of Nature. Nowadays, when we talk of the 'laws of nature' we usually mean things like gravitation, or heredity, or the laws of chemistry. But when the older thinkers called the Law of Right and Wrong 'the Law of Nature', they really meant the Law of Human Nature. The idea was that, just as all bodies are governed by the law of gravitation, and organisms by biological laws, so the creature called man also had his law -- with this great difference, that a body could not choose whether it obeyed the law of gravitation or not, but a man could choose either to obey the Law of Human Nature or to disobey it.

Persépolis



Quero ver...

Litlle Miss Sunshine

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Teatro sem teatro

Imagem de um espectáculo de Tadeusz Kantor
Sobre a exposição - Teatro sem Teatro

Um Teatro Sem Teatro explora as diferentes propostas artísticas com base num modelo teatral que surgiram desde o início do século XX, e que resultaram em extensões e alternativas às categorias e divisões estéticas das belas artes no interior do espaço alargado das artes visuais.Híbridos – essas formas de expressão múltiplas – constituíram e continuam a constituir territórios em que as questões típicas das belas artes se alimentam das características das artes performativas; temas em que os vivos confrontam a futilidade, o tempo enfrenta o espaço, a vida a arte, e o real a sua representação, a tal ponto que o espaço da arte contemporânea poderia ser considerada o “outro palco” do teatro. Este “outro palco”, e o lugar nele ocupado pelo sujeito, é precisamente aquilo que este projecto pretende mostrar – um sujeito que, por vezes, é actor, outras espectador, e cuja presença leva à redefinição do funcionamento e do propósito da obra. À luz da predominância actual das imagens no campo da arte, e num período de domínio absoluto do registo visual, o teatro poderia parecer antiquado, capaz de evocar nostalgia. Porém agora, revelou-se como uma ferramenta significativa e suficientemente válida para capturar a forma e a substância de uma ampla variedade de propostas contemporâneas, permitindo estabelecer uma filosofia de leitura que, paradoxalmente, muitos dos projectos apresentados tendem a ignorar em vez de adoptar.De Hugo Ball a Mike Kelley, de Oskar Schlemmer a Dan Graham, de Christian Boltanski a James Coleman, são os códigos e convenções, os caprichos utópicos das transformações estéticas, políticas e sociais transportados pela experiência cénica que agora tecem e sustêm as ligações entre o teatro e a arte contemporânea. Através desta interacção constante, as artes visuais alargam o seu campo de acção e conquistam novos espaços. Com trabalhos baseados no modelo teatral executados por artistas que vão de Konstantin Stanislavski a Vsevolod Meyerhold, de Antonin Artaud a Samuel Beckett, de Jerzy Grotowski a Tadeusz Kantor, a arte nunca cessou de questionar consistentemente a razão pela qual deveria ser excluída. Porque a realidade do mundo no qual vivemos tende a obliterar distinções entre o cénico e o real. O mundo contemporâneo é agora uma imensa performance onde o sujeito procura continuamente o seu lugar. O projecto moderno foca incessantemente a atenção no centro do palco. Talvez a própria modernidade seja a história ainda por escrever de todas estas, por vezes efémeras, utopias – acções, happenings, eventos, festivais, Fluxmesse, performances, encenações, teatro instrumental e de rua. Bem como um grande número de outras noções que transgridem leis, tais como o espaço do teatro e o das artes visuais. Enquanto o teatro encontra mais provavelmente condições para a sua possível emancipação no campo da arte nos modelos que o teatro lhes proporciona, as artes visuais apenas encontram condições de uma possível rejeição da sua mercadoria, um mergulhar em crises de representação ou da natureza material das coisas – a criação de novas estratégias, uma forma de “criar mundos” através de novos prismas e focalizações. Confrontados com a industrialização das imagens e dos corpos, alguns artistas utilizam as formas e as leis do teatro e do palco para contrabalançar uma rejeição de qualquer estética da reconciliação, considerando a teatralização da realidade como uma alternativa à espectacularização contemporânea e como uma possível reconstrução do sujeito, por vezes da falência da esfera política. Dado que a história da arte e as linhas que ela traça considera frequentemente os elementos fundamentais do tipo de produção aqui em questão como marginais, uma exposição deste tipo nunca se poderia conformar à linearidade da cronologia ou a uma classificação baseada meramente na lógica dos diferentes movimentos. Assim, é preferível apresentar uma divisão temática em várias sequências nas quais, desde as vanguardas históricas (futurismos, Dadaismo, construtivismo, etc.) até à crítica americana da teatralidade do minimalismo, de Michael Fried, da oposição “teatro/cinema/poder” que resulta da análise de Dan Graham à actividade dramática de Joseph Beuys e Bruce Nauman, da paródia do Fluxus à singularidade do comportamento de James Lee Byars e Marcel Broodthaers, da posição fundamental de figuras nascidas sob a influência do Living Theater ou de grupos como o Provos e a Internacional Situacionista, tornou-se mais urgente que nunca compreender os desafios dos dias de hoje.A apresentação desta exposição co-produzida pelo MACBA e o Museu Colecção Berardo permitiu explorar o trabalho de grandes nomes do contexto artístico português, tais como Santa Rita Pintor ou José de Almada Negreiros, entre outros. Uma selecção de obras da colecção Berardo vem igualmente completar esta mostra na qual se destacam propostas de Carl Andre, Helena Almeida, Larry Bell, François Dufrêne, Giulio Paolini, Lucas Samaras, Ernesto de Sousa e Jacques de la Villeglé.

p.s - Do site:http://www.berardocollection.com

"The Bohemian girl" - Jessye Norman

As i was saying... Love stories!

Alvin Ailey





Bill T Jones

domingo, 3 de fevereiro de 2008

David Bowie - Rebel Rebel



Johnny Deep

Í - O que é que se segue agora?
JD - Eu e o Tim estamos a pensar fazer "Village people: The ballet". Vamos ver o que dá. Aceitaria qualquer coisa que ele me propusesse fazer - até ballet.
Em entrevista ao Ípsilion, sexta feira 1 de Fevererio 2008