sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Erykah Badu

Ladies and gentlemen Miss Badu is back! O novo cd chama-se Amerikah, e o novo single já anda por ai, aqui fica o video de Honey.

Little Annie







Cada vez gosto mais da minha sweet Little Annie.
Vale muito a pena o novo albúm When good things happens to bad pianos!!!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Mr. Ruffus



Release the stars


Why do you keep all your stars in from your studio on Melrose Avenue?
You have locked all your assets up in in life-long contracts to you
Didn't you know that old Hollywood is over?
Oh, can't you see all the good that celebrity can do for those in the dark?
Yes of course, I am speaking in metaphors for something more in your heart
Didn't you know that old Hollywood is over?
So why not just release the gates and let them all come out?
Remember that without them there would be no Paramount
No paramount need to hold on to what isn't yours
Release the stars
The more that you fight, then the more they will scrutinize and realize just your size
And believe me, you are no match for the public that has seen the whites of your eyes
Didn't you know that old Hollywood is over?
Old Hollywood is over
So why not just release the gates and let them all come out?
Remember that without them there would be no Paramount
No paramount need to hold on to what isn't yours
Release the stars
Release the stars, release your love, release the stars
Release your love, 'cause Hollywood is over
Why do you keep all your stars in from your studio on Melrose Avenue?

Leituras - Truman Capote a biography




Truman Capote a Biography por Gerald Clarke.

Women liked being with him, he with them, and he often found is closest companions among members of the opposite sex. "It´s too bad i don´t like going to bed with women" he lamented years later, with what sounded like genuine regret. "I could have had any woman in the world, from Garbo to Dietrich, Women always love me, and i love attractive and beautiful women, but as a friends, not lovers. I can´t understand why anyone would want to go to bed with a women. It´s boring, boring, boring!"



"All human life has it seasons, and no one´s personal chaos can be permanent: winter, after all, does not last forever, does it? There is summer, too, and spring, and though sometimes when branches stay dark and the earth cracks with ice, one thinks they will never come, that spring, that summer, but they do, and always."

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Desilusão




Pronto não foi nada de especial, foi sem sal... E com a arrogância dos Coen a tocar nos nervos.

Mas o Daniel e a Marion Cotillard mereciam ganhar!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Óscares 2008


É daqui a nada o directo:)


Estou a torcer muito muito muito por ela...

Paris Live II






























Porque hoje voltei a pensar na aventura na terra da senhora Piaf aqui ficam mais alguns dos muito momentos de Paris...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

C.S Lewis

Chapter One


The Law of Human Nature



Every one has heard people quarrelling. Sometimes it sounds funny and sometimes it sounds merely unpleasant; but however it sounds, I believe we can learn something very important from listening to the kind of things they say. They say things like this: 'How'd you like it if anyone did the same to you?' -- 'That's my seat, I was there first' -- 'Leave him alone, he isn't doing you any harm' -- 'Why should you shove in first?' -- 'Give me a bit of your orange, I gave you a bit of mine' -- 'Come on, you promised.' People say things like that every day, educated people as well as uneducated, and children as well as grown-ups.
Now what interests me about all these remarks is that the man who makes them is not merely saying that the other man's behaviour does not happen to please him. He is appealing to some kind of standard of behaviour which he expects the other man to know about. And the other man very seldom replies: 'To hell with your standard.' Nearly always he tries to make out that what he has been doing does not really go against the standard, or that if it does there is some special excuse. He pretends there is some special reason in this particular case why the person who took the seat first should not keep it, or that things were quite different when he was given the bit of orange, or that something has turned up which lets him off keeping his promise. It looks, in fact, very much as if both parties had in mind some kind of Law or Rule of fair play or decent behaviour or morality or whatever you like to call it, about which they really agreed. And they have. If they had not, they might, of course, fight like animals, but they could not quarrel in the human sense of the word. Quarrelling means trying to show that the other man is in the wrong. And there would be no sense in trying to do that unless you and he had some sort of agreement as to what Right and Wrong are; just as there would be no sense in saying that a footballer had committed a foul unless there was some agreement about the rules of football.
Now this Law or Rule about Right and Wrong used to be called the Law of Nature. Nowadays, when we talk of the 'laws of nature' we usually mean things like gravitation, or heredity, or the laws of chemistry. But when the older thinkers called the Law of Right and Wrong 'the Law of Nature', they really meant the Law of Human Nature. The idea was that, just as all bodies are governed by the law of gravitation, and organisms by biological laws, so the creature called man also had his law -- with this great difference, that a body could not choose whether it obeyed the law of gravitation or not, but a man could choose either to obey the Law of Human Nature or to disobey it.

Persépolis



Quero ver...

Litlle Miss Sunshine

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Autodidacta




Declaro abertas a partir de hoje as sessões de espanhol autodidacta!




Porque Merida vem a caminho e o espanhol tem que estar na ponta da língua...




quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

There will be blood

Este ano estamos recheados de boas duplas... Deep/Burton - Sweeney Todd e agora Daniel day Lewys/Paul Thomas Anderson com there will be blood

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

O café mais descafeinado de Goldoni

A inundação do teatro Nacional de São João
Foi esta semana que assisti à encenação de Corseti do Texto, O Café de Goldoni no teatro Nacional de São João. A expectativa era muita, mas não foi por esta ser elevada que me desapontou esta encenação. Desapontou-me e revoltou-me por ser desacreditada por todos os que a faziam. Cheia de copy pastes de outros espectáculos, principalmente na cenografia, Corsetti usa e abusa e esbanja dinheiro para o seu belo umbigo, utilizando metáforas e simbolismos que não sairam de dentro da sua cabeça. Corsetti inunda o palco do nacional, e que quer com isto? Mostrar a decadência e o quanto aquelas personagens, "pessoas" de veneza se afundam nos seus problemas, na sua vida... Sim até aqui tudo bem! A água vai aparecendo, e depois? De repente Corsetti esqueceu-se da água, os actores esqueceram-se da água, aquela água deixou de simbolizar o que quer que seja, senão água. E se água deixou de ter função para quê estar lá apenas como um efeite de muitos euros? Mais, os actores usam galochas para se preocuparem ainda menos com aquela coisa estranha que parece que ninguém sabia que ia aparecer e para que é que ia aparecer! Se Corsetti não tinha imaginação para usar o que tinha nas mãos, pelo menos que permitisse aos actores que usufruissem do texto para contar a sua decadência, porque ela é dita e mostrada pelo texto. Texto este que foi usado com a menor imaginação possivel de todos. Os actores tornaram-se insensíveis a este, parece que olharam para ele como um bloco de cimento e era assim que o diziam, não deixando que aquelas personagens vivessem, se manifestassem. Uma representação sem rítmo e sem vida que deitou a perder todo o tempo de comédia negra que este texto exigia. Um espectáculo sem sensibilidade, e sem imaginação.
Tiro apenas o chapéu a dois dos actores que no meio desta estrutura quebrada me prenderam por momentos, João Castro e Ivo Alexandre.
Como se disse na conversa de café depois da peça: O teatro Nacional de São João não inundou só o palco, mas meteu água por todo o lado...

Wrong design Note it! Do it!

A Wrong design organizou e desafiou 16 artistas e designers para uma exposição acerca das memórias, os resultados serão apresentados na galeria Pedras&Pêssegos, a partir de 23.02 até 08.03.08...
A exposição ficou apelidada de:
Note it! Do it!
Arte como memória,
Memo com tela.
Dela fazem parte:
- António leal
- Fátima Séneca
- Hugo Madureira
- Igor Mandra
- João Cruz
- José Pereira
- Júlio Dolbeth
- Liliana Mendes
- Luís Espinheira
- Maria Gambina
- Miguel Flor
- Nuno Paiva
- Paulo Gomes
- Ricardo Quaresma
- Sérgio Rebelo
- Vitor Bastos
Estou curioso para ver...

Sweet Valentine

Eu sei que é atrasado...
Sarah vaughan My funny Valentine...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Raimund Hoghe - Swan Lake 4 acts







Demorei muito tempo até fazer um post sobre este espectáculo que vi no sábado no grande auditório da culturgest. Aquilo que me apetece dizer é que só consigo responder pela emoção e não fazer um comentário metódico e critico. Foi dos espectáculos mais bonitos que já assisti, de uma hiper-sensibilidade que nos esmaga. E foi assim que me senti. Hoghe faz-nos viajar com ele até ao seu próprio mundo infantil e ingénuo/ adulto do lagos dos cisnes. No ínicio é-nos apresentado um palco vazio, apenas com cadeiras e eis que surge ele próprio, a pisar o palco com a maior certeza do mundo, como se aquele fosse o seu espaço de sempre, como se vivesse ali, mas a sua calma permite-nos entrar com ele, estar lá, partilhar o que ele está a sentir, sentado numa das cadeiras, olha introspectivo para nós, aceitando-nos, até que se começa a ouvir uma gravação frágil em vinil do bailado do lago dos cisnes, já não temos fuga, estamos presos aquele palco que já não é só um palco é todo o Raimund Hoghe e a sua força e dos seus quatro bailarinos que o acompanham sentados nas cadeiras.
Ingénuamente Hoghe usa de tudo, o bailado a performance, o happening, tudo... Todo o espectáculo é contido, quase reprimido, como os saltos que quase aconteceram mas ficam por acontecer, é o próprio hoghe, todo o espectáculo é o próprio corpo de Hoghe...
Hoghe mostrasse sem preconceitos com ele próprio, mostrando-nos durante todo o espectáculo um seu suposto alter-ego, um bailarino com um corpo perfeito, que se pode mexer como quiser, ou seja, tudo aquilo que Hoghe queria ter sido, mas assume que não é, que não pode ser, mas mostra-nos que pode ser de outra maneira, que é a sua maneira.
No final mais uma vez somos arrebatados, Hoghe começa a desconstruir todo o palco, arrasta o linóleo do chão, tira as cadeiras e despesse e mata o cisne, e deitado no chão começa uma tempestade de areia, é incrivel como uma imagem estática nos leva às lágrimas. Somos tão arrebatados no final que é impossivel aplaudir sentado, e Hoghe e a sua companhia teve que voltar cinco vezes ao palco até que parassem as palmas, e eu estive lá, naquele espaço, que já não era o auditório da culturgest, onde aconteceu este sonho maravilhoso...

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Teatro sem teatro

Imagem de um espectáculo de Tadeusz Kantor

Sobre a exposição - Teatro sem Teatro


Um Teatro Sem Teatro explora as diferentes propostas artísticas com base num modelo teatral que surgiram desde o início do século XX, e que resultaram em extensões e alternativas às categorias e divisões estéticas das belas artes no interior do espaço alargado das artes visuais.Híbridos – essas formas de expressão múltiplas – constituíram e continuam a constituir territórios em que as questões típicas das belas artes se alimentam das características das artes performativas; temas em que os vivos confrontam a futilidade, o tempo enfrenta o espaço, a vida a arte, e o real a sua representação, a tal ponto que o espaço da arte contemporânea poderia ser considerada o “outro palco” do teatro. Este “outro palco”, e o lugar nele ocupado pelo sujeito, é precisamente aquilo que este projecto pretende mostrar – um sujeito que, por vezes, é actor, outras espectador, e cuja presença leva à redefinição do funcionamento e do propósito da obra. À luz da predominância actual das imagens no campo da arte, e num período de domínio absoluto do registo visual, o teatro poderia parecer antiquado, capaz de evocar nostalgia. Porém agora, revelou-se como uma ferramenta significativa e suficientemente válida para capturar a forma e a substância de uma ampla variedade de propostas contemporâneas, permitindo estabelecer uma filosofia de leitura que, paradoxalmente, muitos dos projectos apresentados tendem a ignorar em vez de adoptar.De Hugo Ball a Mike Kelley, de Oskar Schlemmer a Dan Graham, de Christian Boltanski a James Coleman, são os códigos e convenções, os caprichos utópicos das transformações estéticas, políticas e sociais transportados pela experiência cénica que agora tecem e sustêm as ligações entre o teatro e a arte contemporânea. Através desta interacção constante, as artes visuais alargam o seu campo de acção e conquistam novos espaços. Com trabalhos baseados no modelo teatral executados por artistas que vão de Konstantin Stanislavski a Vsevolod Meyerhold, de Antonin Artaud a Samuel Beckett, de Jerzy Grotowski a Tadeusz Kantor, a arte nunca cessou de questionar consistentemente a razão pela qual deveria ser excluída. Porque a realidade do mundo no qual vivemos tende a obliterar distinções entre o cénico e o real. O mundo contemporâneo é agora uma imensa performance onde o sujeito procura continuamente o seu lugar. O projecto moderno foca incessantemente a atenção no centro do palco. Talvez a própria modernidade seja a história ainda por escrever de todas estas, por vezes efémeras, utopias – acções, happenings, eventos, festivais, Fluxmesse, performances, encenações, teatro instrumental e de rua. Bem como um grande número de outras noções que transgridem leis, tais como o espaço do teatro e o das artes visuais. Enquanto o teatro encontra mais provavelmente condições para a sua possível emancipação no campo da arte nos modelos que o teatro lhes proporciona, as artes visuais apenas encontram condições de uma possível rejeição da sua mercadoria, um mergulhar em crises de representação ou da natureza material das coisas – a criação de novas estratégias, uma forma de “criar mundos” através de novos prismas e focalizações. Confrontados com a industrialização das imagens e dos corpos, alguns artistas utilizam as formas e as leis do teatro e do palco para contrabalançar uma rejeição de qualquer estética da reconciliação, considerando a teatralização da realidade como uma alternativa à espectacularização contemporânea e como uma possível reconstrução do sujeito, por vezes da falência da esfera política. Dado que a história da arte e as linhas que ela traça considera frequentemente os elementos fundamentais do tipo de produção aqui em questão como marginais, uma exposição deste tipo nunca se poderia conformar à linearidade da cronologia ou a uma classificação baseada meramente na lógica dos diferentes movimentos. Assim, é preferível apresentar uma divisão temática em várias sequências nas quais, desde as vanguardas históricas (futurismos, Dadaismo, construtivismo, etc.) até à crítica americana da teatralidade do minimalismo, de Michael Fried, da oposição “teatro/cinema/poder” que resulta da análise de Dan Graham à actividade dramática de Joseph Beuys e Bruce Nauman, da paródia do Fluxus à singularidade do comportamento de James Lee Byars e Marcel Broodthaers, da posição fundamental de figuras nascidas sob a influência do Living Theater ou de grupos como o Provos e a Internacional Situacionista, tornou-se mais urgente que nunca compreender os desafios dos dias de hoje.A apresentação desta exposição co-produzida pelo MACBA e o Museu Colecção Berardo permitiu explorar o trabalho de grandes nomes do contexto artístico português, tais como Santa Rita Pintor ou José de Almada Negreiros, entre outros. Uma selecção de obras da colecção Berardo vem igualmente completar esta mostra na qual se destacam propostas de Carl Andre, Helena Almeida, Larry Bell, François Dufrêne, Giulio Paolini, Lucas Samaras, Ernesto de Sousa e Jacques de la Villeglé.


p.s - Do site:http://www.berardocollection.com

"The Bohemian girl" - Jessye Norman

As i was saying... Love stories!

Alvin Ailey





Bill T Jones

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Sweeney Tood 3d live ontem no Bom sucesso

Sangue, muito sangue, sangue a jorrar por todos os lados... Sweeney Tood surpreende por tudo, não só é um filme de Tim Burton, como é um dos seus melhores filmes, com um elenco de luxo, onde todos estão à altura do afiar de facas da história de Sweeney Tood contada por Tim Burton, todos estão à altura, e Helena Boham carter brilha como nunca, brinca e torna a brincar com um brilhante humor negro nesta personagem... Mas não protagoziza, pois tudo encaixa, tudo está onde tem que estar e todos desempenham a sua função em tom de brincadeira séria na perfeição... No final de contas não era assim que deveria ser? Vale muito muito a pena!!

Virtuosismos Yotubáticos

Há momentos assim...

domingo, 3 de fevereiro de 2008

David Bowie - Rebel Rebel

E de dia para dia vamos descobrindo cds que têm estado na prateleira... Este acompanhou o fim de semana...

Emmanuel Nunes - O conto

Um conto sobre tudo e sobre nada...


«Das Märchen» ("O Conto"), inspirada num texto de Goethe, será transmitida em directo para as cidades de Ponte de Lima, Porto Vila Flor, Aveiro, Coimbra, Castelo Branco, Leiria, Torres Novas, Portalegre, Estremoz, Beja, Faro, Açores e Madeira.



"Goethe disse três coisas importantes. Que "O Conto" não é para ser tomado alegoricamente, mas simbolicamente. Que este "Conto" é a propósito de tudo e nada. E a terceira, mais humorística: No "Conto", o que é que se conta? O conto!..."

"Eu não tenho linhas de interpretação. Não vou dar nenhuma leitura filosófica, politica ou outra. Eu sei que é enigmático, mas em primeiro luigar trabalho o que está lá. Eu sirvo o texto, não tenho perguntas a fazer ao texto. Se quero transformar o "Conto" numa ópera, em primeiro lugar quero tomar posse do que lá está."

P.s.ss - O que dizem dele:

Peter Rundel - "Estou convencido de que a música de Emmanuel Nunes sobreviverá daqui a muitos anos. Tem força e está muito presente. Portugal devia estar orgulhoso deste homem".

Alexandre Delgado - "Ele vai cair no esquecimento total, vai ser varrido na voragem". "Nunes representa tudo o que detesto na arte musical - é música conceptual e horrenda. Dentro de uma certa vanguarda acham que ele é extraordinário. Mas é-o apenas num meio muito restrito".

Johnny Deep

Í - O que é que se segue agora?
JD - Eu e o Tim estamos a pensar fazer "Village people: The ballet". Vamos ver o que dá. Aceitaria qualquer coisa que ele me propusesse fazer - até ballet.
Em entrevista ao Ípsilion, sexta feira 1 de Fevererio 2008

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Kylie Minogue e arte comtemporânea?

Diz Andrew Renton: "O motivo pelo qual a Kylie Minogue é a artista pop mais importante dos nossos tempos é porque ela é como o tofu, no sentido em que, em si, não tem qualquer sabor; mas mergulhada num guisado, começa a absorver todos os sabores à sua volta. Acho isto exemplar da arte comtemporânea."

Digo eu: Não é que considere a Kylie Minogue a artista pop mais importante dos nossos tempos, nem a mais interessante,nem é que goste muito, mas a verdade é que a senhora voltou, renovou-se e absorveu aquilo que estava a acontecer à sua volta, até nas camadas de Botox que enfiou na cara, mas aqui está ela... E a verdade, vamos ser sinceros,é que consegue chegar a todos, pois quem é que não tem vontade de mexer nem que seja o dedinho do pé ao som desta música?? Acho que vale a pena ver:

É carnaval, foi ontem!

Aqui estava a minha dupla...

Aqui estava eu a ser o Karaté kid quando dava vontade de dançar

Aqui estava eu à procura da casa de banho a ser Nina Simone a tentar matar a Billie Holiday

Aqui estava eu nos jardins a tentar ser Janis Joplin a cantar cabarét

Na verdade ninguém sabia muito bem o que eu era, por isso podia dizer que era tudo... Como por exemplo um misto de Janis Joplin a querer ser uma cantora de Cabarét, ou a Nina Simone a tentar matar a Billie Holiday, ou ainda O Karaté Kid... Claro que com isto tudo fazia uma uma dupla com o Andy Warhol que ontem tinha pintado o cabelo de louro... Por isso como frase de toda a noite ficou-nos: Hi darling he´s Andy Wharhol I´m Nina simone, i´m his work of art...
No fundo eu acho que nos deviamos mascarar todos os dias...