domingo, 24 de janeiro de 2016

«NÃO_CORPO» | Trailer do Espectáculo



«NÃO_CORPO», a partir de René Crevel
de Tiago Bôto e Wagner Borges

Interpretação Mia Farr, Tiago Bôto e Wagner Borges
Participação em Vídeo São José Correia
Design de Luz e Operação Alexandre Costa
Fotografia de Cena Pedro Soares e Mariana Dias
Apoios Escola de Mulheres - Oficina de Teatro; Teatro Praga; Comuna -Teatro de Pesquisa; Junta de Freguesia da Penha de França; Escola «o Botãozinho»
Agradecimentos Paula Cunha, Teresa Borges e Isabel Andrade

Estreia a 01.09.2015 no Fórum Municipal Luisa Todi | Setúbal

Inserido no Festival Internacional de Teatro de Setúbal
XVII FESTA DO TEATRO’15.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Depois de, cair - a partir de Amos Oz | de 11 a 21 de Fevereiro Teatro Taborda





































Monstruosidade.
Afunilamento da identidade. Desbastamento. Contencioso.
Guerra. Sexo. Poder.
Cultura. Beleza. Política.
Dinheiro. Geografia. Religião.
Moda. Obesidade.
O jardim perdido.
Adão. Eva. O primeiro filho.
Vai doer como o diabo.
Exaltando figuras sem nome, muitas vezes exteriores no seu próprio pensamento, encontramos a palavra, encontramos o silêncio, encontramos a devastação nos corpos enigmáticos, distorcidos, ansiosos na urgência catastrófica de se provar que existem.
Conjuga-se a visão real contra uma forma de transgressão da própria realidade fanática?
Hoje, o nosso corpo, como contentor, como cadáver emocional, respira por uma necessidade de valorização constante, e acima de tudo, uma actualização enquanto moldura.
Somos a nossa conferência diária. Aquela que não hesita em morder a maçã da cultura pop.

«Depois de, cair» é um flirt, um engate à realidade sócio-cultural, político-filosófica, prece religiosa, sendo o mecanismo económico (o novo Deus) a justificação do desejo da teatralização da subjetividade – e qual a fatalidade que dela surge.
Inspirado no texto Contra o Fanatismo, de Amos Oz, desenvolve assim questões para 3 intérpretes e um músico: figuras distintas, individual e colectivamente, dialogando com a tendência contemporânea do discurso (i)lógico da sociedade destruidora.
Procura-se nesta linha atemporal, neste território de renascimento, o ponto de acção para estas não-vontades medirem o espaço e a força da sua sobrevivência, capacidade e dimensões, encerrando a morte, como prémio máximo do fanatismo.
«Depois de, cair» a partir de Amos Oz
Criação (Cenografia, Figurinos, Desenho de Luz) Tiago Bôto e Wagner Borges
Interpretação Inês Lago, Tiago Bôto e Wagner Borges
Paisagem Sonora, Operação de Luz e Som Rodrigo Bôto
Apoios Teatro da Garagem, Teatro Estúdio Fontenova

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