quinta-feira, 27 de junho de 2013

Um final de frase de Artaud.















Hoje um arrepio de presença. 
Um final de frase de Artaud: "O meu corpo."
Que precisa ser audível. Sonora. Grito abafado.
Como se se quisesse mostrar sem palavras...
Estou aqui!: "O meu corpo."
Sem exclamação, só ponto final. 
Porque ali termina.
No corpo.
Está ali.
Que já é visível, sem grito.
Presente sem consciência, que é necessário tornar consciência presente.
"O meu corpo." "O meu Eu".
E o nada.  

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