sexta-feira, 19 de junho de 2009

LEE MILLER




Lee Miller was born in 1907 in Poughkeepsie, New York USA and first entered the world of photography in New York as a model to the great photographers of the day such as Edward Steichen, Hoyningen-Huene and Arnold Genthe.
In 1929 she went to
Paris and worked with the well known Surrealist artist and photographer Man Ray, and succeeded in establishing her own studio. She became known as a portraitist and fashion photographer, but her most enduring body of work is that of her Surrealist images. She returned to New York in 1932, and again set up her own studio which ran for 2 years and was highly successful. It closed when she married a wealthy Egyptian businessman Aziz Eloui Bey and went to live with him in Cairo, Egypt. She became fascinated by long range desert travel and photographed desert villages and ruins. During a visit to Paris in 1937 she met Roland Penrose, the Surrealist artist who was to become her second husband, and travelled with him to Greece and Romania. In 1939 she left Egypt for London shortly before World War II broke out. She moved in with Roland Penrose and defying orders from the US Embassy to return to America she took a job as a freelance photographer on Vogue.
In 1944 she became a correspondent accredited to the US Army, and teamed up with Time Life photographer David E. Scherman. She followed the US troops overseas on 'D' Day + 20. She was probably the only woman combat photo-journalist to cover the war in Europe and among her many exploits she witnessed the siege of St Malo, the
Liberation of Paris, the fighting in Luxembourg and Alsace, the Russian/American link up at Torgau, the liberation of Buchenwald and Dachau. She billeted in both Hitler and Eva Braun's houses in Munich, and photographed Hitler's house Wachenfeld at Berchtesgaden in flames on the eve of Germany's surrender. Penetrating deep into Eastern Europe, she covered harrowing scenes of children dying in Vienna, peasant life in post war Hungary and finally the execution of Prime Minister Lazlo Bardossy.
After the war she continued to work for Vogue for a further 2 years, covering fashion and celebrities. In 1947 she married Roland Penrose and contributed to his biographies of
Picasso, Miro, Man Ray and Tapies. Some of her portraits of famous artists like Picasso are the most powerful portraits of the individuals ever produced, but it is mainly for the witty Surrealist images which permeate all her work that she is best remembered.
Lee Miller died at Farley Farm House in 1977.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Epifanias mentais de seu carácter autista desmezoradamente despropositadas de propósito.

Capitulo I
Amiga - Se queres realmente radicalizar o problema não digas que vais dar um murro na mesa, parte logo a mesa à cabeçada!
Homem do cinema - Bolas, se tenho medo, tenho medo e mais nada, não me apetece arranjar soluções, todas as soluções são parvas! Acabamos sempre à rasca, aflitos: "aceitar a morte com dignidade", o tanas, o tanas,, quanso um tipo quer é desatar a correr ou a levantar pesos e alteres e sei lá, partir a mesa à cabeçada... conheci um tipo, uma personagem de um filme, que estava a morrer de cancro e passava as duas horas que durava a fita a foder; era uma obra de vanguarda, vanguarda pornográfica!... Ainda nos espantamos com a nossa sede de viver... ainda me espanto?! Será que tu, amiga... não queres, flor da vida, sem sentido a vida sem ti...
Amiga - A necessidade é o que não podemos escolher, o que nos é imposto e que nos obriga. É aquilo a que devemos obedecer. A liberdade é a possibilidade de escolhermos por nós próprios o que pensamos, o que fazemos, do que gostamos, onde vamos, como nos comportamos...
Homem do cinema - Nascemos, crescemos e morremos. A nossa vida está assim circunscrita a um tempo determinado. Todavia, quando fazemos algo que nos agrada realmente, o tempo parece parar. Mas a eternidade é imensa...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

When trash becomes art

"Why have artists employed - and why do they continue to employ - trash?
Trash has been incorporated, photographed, "treated", emphasised, camouflaged or "corrected", but which still remains trash, that is, something that belongs in a garbage can or a dump.
We ourselves have been discarded or rejected by other humen beings: more or less on a daily basis, we are forced to recover, scrape together and reassemble fragments og ourselves.
As we look at Alberto Burri´s used sacks or the details of corpses photographed in the morgue by Andres Serrano, we might recall the voice of Cathy Berberian, capable of blending fine music with "pop" music: we might listen to a composition by Paolo Castaldi; we might reread certain lists by Bohumil Hrabal or certain "frisbees" by Giulia Niccolai; we might think back to certain film sequences by Abel Ferrara or other vocal collages by Meredith Monk... and, as we do, we might realise that twentieth-century is packed with recovered material, reuses and contaminations, shreds, fragments, discards and "noise".
To save and preserve trash, to try to hold on to it, to help it to survive by rescuing it from the void, from nothingness, from the dissolution to which it is destined, the desire to leave a trace, a sign, a hint for posterity, involves a psychological dimension that is also political"
By Lea Virgine.

Leituras recentes


"Deixem que os animais vivam como animais; deixem que os seres humanos vivam como seres humanos. Toda a minha filosofia de vida está contida nesta frase."
"Está a ver, os pobres toda a vida sonham em ter o suficiente para comer e em ficar parecidos com os ricos. E os ricos, com que é que sonham? Com perder peso e ficar parecidos com os pobres."

terça-feira, 2 de junho de 2009

Momentos altos em Serralves em festa

HALFAQUINE
LE CIRQUE DE TUNIS (TUNÍSIA) / ÉCOLE NATIONALE DES ARTS DU CIRQUE DE TUNIS
Halfaouïne é um popular bairro cultural e histórico de Tunis e é simultaneamente o nome do espectáculo de circo, coreografado por Gilles Baron, que atravessa técnicas de circo, de dança, de acrobacia e de canto e nos conta uma história evocativa da identidade de uma população migrante e do seu universo espiritual tradicional associado ao canto sufi. Gilles Baron tem uma longa prática na mistura dos géneros artísticos, entre o circo, a dança e o vídeo. Durante o encontro com os alunos da Escola de Tunis, analisou as suas capacidades e o seu talento para criar este colectivo, pleno de frescura e de entusiasmo, e pioneiro do Circo Contemporâneo em Tunisia.

LES ÉTOILES: PETITES PIÈCES FUNAMBULESQUES
COMPANHIA LES COLPORTEURS
Arquitectura que paira no espaço e que vai além dos limites de uma dança perpetuada por linhas infinitas de tensão. Envolvido no nosso imaginário… um sonho intitulado ÉTOILE. À partida, esta é a história do encontro provável entre um cenógrafo, autor de objectos tecnólogico-poéticos e de malabaristas que sonham sobre fios estendidos sem apoios… Sobre esta estrutura constituída por tubos e cabos estendidos Les Colporteurs prolongam as suas explorações de instantes de vida apresentando as peças Hautes-pointures – um duo burlesco de tacões altos e Tarina – um duo poético e sensual resultante de um encontro amoroso.

Dan Deacon