domingo, 27 de dezembro de 2009

Ana karenina










"Ele não conseguiu recordar-se. Os acessos de ciúme de Ana tornarvam-se cada vez mais frequentes. Decerto eram provas de amor, mas nem por isso o assustavam menos e, embora não o deixasse transparecer, tornavam-no frio para com a amante. Quantas vezes não repetira consigo mesmo que a felicidade só existia naquele amor, e agora que ela o amava como só pode amar uma mulher que tudo sacrificou à sua paixão, sentia-se mais longe da felicidade que na época em que deixara Moscovo para a seguir. É que, então, uma promessa de felicidade brilhava no seu infortúnio, ao passo que agora os dias luminosos perteciam ao passado. Uma grande transformação, tanto moral como física, se reproduzia em Ana: engordara e, por vezes, como ainda há pouco ao falar da actriz, uma expressão de ódio lhe alterava as feições. Aos olhos de Vronski nao era mais do que uma flor murcha em que não encontrava já os sinais de beleza que o tinham feito colhê-la. Todavia, enquanto enquanto antes teria podido, por um esforço de vontade, arrancar aquele amor do coração, agora sentia-se preso para sempre àquela mulher, ainda que acreditasse não a amar já..."

NINE




MUST SEE!!!!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Christmas


"O meu título, Espelho do mundo, indica a terceira das minhas premissas. Entendo a história da arte como uma moldura dentro da qual vemos continuamente refletida a história universal em toda a sua amplitude - e não como uma janela que se abre para um reino estético independente. Admito que os registos das alterações artísticas estão relacionados com registos de alterações sociais, técnológicas, políticas e religiosas, por mais invertidos ou reconfigurados que se mostrem estes reflexos. Os espelhos só podem funcionar com a luz que recebem, embora possam mostrar-nos as coisas de um modo diferente."

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Novas leituras


Bibliografia Arthur Miller:

Obras
Peças de teatro
Honors at Dawn (1936)
The Man Who Had All the Luck (1944)
All My Sons - (
Todos eram meus filhos) (1947)
Death of a Salesman -
Morte de um Caixeiro Viajante (1949)
The Crucible (1953)
A Memory of Two Mondays (1955)
A View from the Bridge (1955)
After the Fall (1964)
Incident at Vichy (1965)
The Price (1968)
The Creation of the World and Other Business (1972)
The Archbishop's Ceiling (1977)
The American Clock (1981)
Elegy For a Lady (1982)
Some Kind of Love Story (1982)
Danger: Memory!: Two Plays (I Can't Remember Anything e Clara) (1986)
The Ride Down Mt. Morgan (1991)
The Last Yankee (1993)
Broken Glass (1994)
Mr. Peters' Connections (1998)
Resurrection Blues (2004)
Finishing the Picture (2004)

Guiões cinematográficos
The Misfits (1961)
An Enemy of the People (adaptação da peça de
Henrik Ibsen) (1966)
Playing for Time (for TV) (1980)
Everybody Wins (1989)

Outras obras
(1945) Focus
Situation Hopeless (but Not Serious)
The Ryan Interview
The Golden Years
Fame
The Reason Why
Homely Girl, a Life: And Other Stories
The Theater Essays of Arthur Miller
Timebends: A Life
Em 1985, Miller visitou a Turquia e foi homenageado na Embaixada Americana. Depois de o seu companheiro de viagem Harold Pinter ter sido expulso do país por discutir a tortura, Miller deixou o país em solidariedade para com o colega.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Dança #2


Dança #1


Novas leituras


Bibliografia - John Steinbeck
Cup of Gold - 1929
The Pastures of Heaven - 1932
The Red Pony - 1933
To A God Unknown - 1933
Tortilla Flat - 1935
In Dubious Battle - 1936
Of Mice and Men - 1937 (Trad. "Ratos e Homens")
The Long Valley - 1938
The Grapes of Wrath - 1939 (Trad. "As Vinhas da Ira")
Forgotten Village - 1941
Sea of Cortez - 1941
The Moon Is Down - 1942
Bombs Away - 1942
Cannery Row - 1945
The Pearl - 1947 (A Pérola)
The Wayward Bus - 1947
A Russian Journal - 1948
Burning Bright - 1950
Log from the Sea of Cortez - 1951
East of Eden - 1952 (Trad. "A Leste do Eden")
Sweet Thursday - 1954
The Short Reign of Pippin IV - 1957
Once There Was A War - 1958
Winter of Our Discontent - 1961 (Trad. "O Inverno da nossa Desesperança", ou "O Inverno dos Descontentes")
Travels With Charley: In Search of America - 1962
America and Americans - 1966
Journal of a Novel - 1969
Viva Zapata - 1975
The Acts of King Arthur and His Noble Knights - 1976
Working Days: The Journal of The Grapes of Wrath - 1989
Curiosidade
John Steinbeck ouviu de um professor uma vez que ele só se tornaria autor quando os porcos voassem. Desde então, publica a frase ad astra per alia porci nos seus livros, que significa às estrelas, nas asas de um porco.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Há sempre alguém que se cala.


"Jornalista - Tu revoltas-te porque não te sentes bem, revoltas-te porque tens tédio. Há sempre alguém que se cala, e não queres ser tu, alguém que verga as costas para alguns se encavalitarem e não queres ser tu a vergar as costas; há sempre alguém estúpido e bronco que continuará estúpido e bronco a alimentar a vaidade dos que se dizem libertadores como tu..."


Pentateuco, Carlos J. Pessoa

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Kings of convenience



"Como se fosse algo que lhe limitasse os movimentos?
Exacto. Quando muitas vezes é ao contrário.Podemos depender de uma série de coisas - de pessoas, por exemplo - e isso ser estruturador. No sentido em que sabemos que elas estão lá sempre, aconteça o que acontecer. É essa consciência que nos pode permitir, precisamente, ter espaço para sermos mais livres."

Em entrevista ao Ipsílon.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Future Places


Curated by Heitor Alvelos and Karen Gustafson, FUTURE PLACES 2009 is a meeting of people with one question in mind: if digital media can do so much for global communication, knowledge and creativity, how can it contribute to local cultural development? October 2008 marks the start of this challenge. After the success of the first edition in 2008, where we surveyed current successful projects from very diverse backgrounds and fields of knowledge, FUTURE PLACES will dedicate its 2009 edition to strategic approaches.
FUTURE PLACES takes place in Porto, Portugal, where the challenges and potential of digital media to transform the social and cultural fabric are very evident. Join us for a week of exhibitions, films, performances, concerts, lectures, parties and workshops – and bring your ideas and your stories!

A Place Called Home

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

FESTIVAL TRAMA DE 8 A 11 DE OUTUBRO


Juliane Snapper - You who will emerge from the floor






You Who Will Emerge From The Flood… (An Underwater Operella) JULIANA SNAPPER
22h00 -
Clube Fluvial Portuense (Piscinas)

Concerto-performance

5,00 €/ Festival Trama dia 10 Outubro

Juliana Snapper viveu desde a infância embrenhada nas teias do meio da ópera. A mãe desta artista norte-americana era cantora de ópera, o que acabou por levar a que Juliana iniciasse os seus estudos vocais muito cedo e também a um contacto próximo com toda a engrenagem da indústria que sustenta o universo da ópera tradicional. A rebelião da jovem cantora contra o conservatório e as formas tradicionais da ópera, limitadas nas suas possibilidades exploratórias pela estrutura rígida e o mercado cultural, teve início quando ainda estudava no Conservatório de Oberlin, Califórnia, e veio alavancar a dedicação de Juliana Snapper a um trabalho de reflexão e experimentação sobre a natureza da voz humana e sobre as possibilidades físicas e expressivas do corpo que canta, tendo a voz operática como centro desta investigação e prática artísticas. “Estou a tentar encontrar formas de fazer o meu instrumento funcionar de maneira diferente, formas de mudar a relação entre mim e o meu instrumento, e de fazer sons diferentes com ele”, afirma Snapper, que descreve o seu estilo como “ópera radical”.Ao longo do seu percurso artístico, Juliana Snapper tem vindo a explorar situações extremas, como a associação ao performer Ron Athey na peça Judas Craddle, em que cantava pendurada de cabeça para baixo até à sua voz entrar em colapso. Várias das suas colaborações recentes jogam com a sobreposição de motivos relacionados com o virtuosismo e a monstruosidade, combinando a elasticidade das vocalizações com o processamento electrónico, a performance ao vivo e a vídeo-performance. A solo e em colaboração, Snapper associa as novas técnicas vocais, de composição e improvisação a formatos e dinâmicas intermedia, resultando em trabalhos que “se situam desconfortavelmente entre disciplinas”.You Who Will Emerge From The Flood… procede desta linha de trabalho em que Juliana Snapper explora os limites da tecnologia da voz. Este projecto de ópera realizado debaixo de água, adaptável a lugares tão diferentes como uma banheira, um tanque, uma piscina ou uma gruta no mar, é o primeiro trabalho onde alguém canta directamente para a água. Juliana Snapper explica: “Cantar ópera é algo de muito físico. O que eu estou a fazer necessita da intensidade e exactidão do canto operático – seria difícil cantar ‘country’ debaixo de água por exemplo. O canto operático é um fluxo firme de sons que se vai tornando mais e mais poderoso. O que eu faço é uma mutação da ópera – levando-a mais longe.”Durante um período de workshops experimentais no Aksioma Institute of Contemporary Art e no PS1/Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, desenvolveu técnicas que permitem maximizar a condução sonora óssea e controlar a saída de bolhas de ar para as integrar no seu aparelho vocal. Em You Who Will Emerge From The Flood… Snapper fundiu estas novas técnicas vocais com figuras barrocas que representam o desejo e a paixão humanas como aspectos das condições meteorológicas, sondando a nossa relação incerta com a água em momentos de crise e sobrecarga emocional. Sons pré-gravados de bolsas de bolhas de ar oceânicas e cantos de pássaros vibram acima da água enquanto a voz de Snapper (amplificada por microfones à prova de água) força o seu lugar neste manto sonoro. A paisagem sonora é ainda engrandecida no final da performance com a participação de um coro local (que no Trama será constituído por membros do Ensemble Vocal Pro Música) que contribui com as diferentes texturas da interacção vocal dos seus membros, em parte escritas e em parte improvisadas.No trabalho de Juliana Snapper podemos encontrar uma linha que descende das explorações vocais que desempenharam um papel central na evolução das novas músicas durante a segunda metade do século XX: o desbravar do ‘grão da voz’, do significante enigmático que subsiste à veiculação de um discurso ou de um objecto musical idealizado para uma apreciação estética; a exploração daquilo que está para além linguagem verbal ou musical, e que se liga de forma misteriosa ao corpo que canta.Desde 2004, Juliana Snapper tem apresentado o seu trabalho em instituições como o PS1/MoMA e Guggenheim Museum em Nova Iorque, ou o Armand Hammer Museum em Los Angeles. Os seus projectos foram apoiados por bolsas e subsídios da Metropolitan Opera Foundation, Bristish Arts Council, Center for Research in Computing in the Arts e Durfee Foundation. Realizou performances em numerosos festivais internacionais, entre os quais City of Women (Liubliana), Performa 05 (Nova Iorque), Ojai Music Festival (Ojai, California), Fierce! Festival (Birmingham, RU), e Sounds French (Nova Iorque). Actualmente, encontra-se a completar o doutoramento em musicologia pela Universidade da Califórnia, San Diego.


You Who Will Emerge From The Flood…

Concepção e interpretação: Juliana Snapper e Andrew Infanti

Vídeo e animação: Paula Cronan

Vídeo adicional: Lamby Morreale

Figurinos: Susan Matheson

Cenografia: Frederick “Trip” Bennett

Coro: Ensemble Vocal Pro Música




Apareçam vou estar lá a participar.

domingo, 4 de outubro de 2009

docLisboa 2009


O Festival Internacional de Cinema Documental regressa a Lisboa no dia 15 de Outubro para a sua 7ª edição. Até dia 25 será possível assistir, na Culturgest, Cinemas Londres e São Jorge, a cerca de 200 obras, distribuídas pelas seguintes secções:

COMPETIÇÃO
- Competição Internacional (longas, médias e curtas)
- Investigações
- Competição Nacional

SECCÇÕES PARALELAS
- Jonas Mekas - Mostra Retrospectiva e Masterclass
- Love Stories
- Balcãs em Foco
- Riscos
- Heart Beat (Cinema São Jorge)
- Foot-doc (Cinema São Jorge)


Site Oficial.

All I Need Air

Rien de Rien

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A Casa de Bernarda Alba



A CASA DE BERNARDA ALBA, uma história aparentemente simples, é, no entanto, um autêntico bilro de intenções e mensagens, onde destaco a violência e a agressividade. Tão humanos que nós somos. Tão capazes de tudo.
Uma família fechada, uma sociedade fechada, cheia de padrões. Não vou aqui discuti-los, mas sei que é preciso continuar, tal como Lorca, a analisá-los e, se preciso for, a intervir, usando aquilo de que somos feitos.
Este texto fala-nos de violência, opressão, medo, humilhação e consequente revolta e poesia.
Não estamos assim tão longe desta realidade escrita em 1936, ano em que o seu autor foi fuzilado.
Continuamos como podemos, apesar de todos os dias nos chegarem notícias de violência e opressão.
Continuamos como podemos.

As palavras são pontes. Tudo o que se diz transforma a realidade do artista.

Maria João Luís

A CASA DE BERNARDA ALBA
de Federico Garcia Lorca
tradução Luísa Neto Jorge
encenação Maria João Luís
interpretação Adriana Moniz, Ana Brandão, Cremilda Gil, Custódia Gallego, Inês Castel-Branco, Diana Costa e Silva, Joana de Carvalho, Maria João Falcão, Maria João Pinho, Lígia Braz, Sandra Lopes
cenário e figurinos Marta Carreiras
sonoplastia Razat Laboratory
música Paco Peña
desenho de luz Pedro Domingos
direcção de produção Isabel Dias Martins
assist. de produção Pamela Pedroso
E quando achei que já não fazia sentido a milésima encenação deste texto, surpreendi-me! Parabéns!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Leituras

“Tenho que conservar o Amor no meu coração, a qualquer preço. Se for para a prisão sem Amor, que será da minha Alma?”

terça-feira, 29 de setembro de 2009

We should

We should all hug ourselfs and spread something good between us! I´m tired of the coldness, of my own coldness sometimes! In 2012 the world shouldn´t end we should reborn. I´m just tired of peole not hugging each other. The humanity is not an island.
I want to dedicate this to each and every human being, the good ones the bad ones the motherfucking ones the angel ones the living the dead, even if they aren´t among us.
So hush little baby, dont you cry
One of these mornings
Youre goin to rise up singing
Then youll spread your wings
And youll take the sky
But till that morning
Theres a nothin can harm you
With daddy and mammy standin by

Why?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!



Why is everything so difficult in life sometimes?

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

"O verdadeiro louco, de quem os deuses troçam ou que desfiguram é aquele que não se conhece a si próprio" Oscar Wilde in De Profundis.

Nada é estanque no mundo que nos rodeia. Todos os dias a evolução pressiona o botão enter para dar caminho ao futuro. O ser humano , "sofre", todos os dias entre as milhares de escolhas e oportunidades que se apresentam. A gestão do tempo diminui, os focus de concentração expandem-se, o focu pessoal "sofre" de constantes mudanças , as escolhas tornam-se intermináveis. O focu instala-se quando o indivíduo tem conhecimento de si e das suas vontades, tendo assim capacidade de criar a sua base onde depois poderá dar seguimento às suas ramificações. Com essa base o indivíduo alcança a capacidade de escolha perante as ofertas que se apresentam, gerindo-as em consonância com os estímulos das suas vontades.
Perante o alcanse do seu conhecimento, o indivíduo ganha a capacidade consciente de somar ou subtrair ao seu desenvolvimento pessoal novos estímulos e capacidades que façam evoluir os seus interesses.
O ser humano deixa de ser estanque quando descobre a sua motivação, o dito "seu lugar no mundo" . Esta motivação faz com que sinta uma urgente necessidade de procura, que satisfaça e complemente as necessidades e "lacunas" da sua motivação ainda em fase embrionária. O caminho para a descoberta da sua motivação surge da ligação entre duas pontes: imaginação e criatividade. Unidas estas duas pontes, e encontrado o caminho individual de consolidação de ambas em cada indivíduo, bem como a forma de as expôr, este sente-se renovado e preparado para pôr em prática a sua tarefa. No mundo das ideias a imaginação e a criatividade surgem como uma plataforma entre o pensar e o agir, o pôr em prática. É só neste momento, onde o indivíduo vê o seu trabalho realizado, que este vai sentir todo o seu ser focado e empenhado para seguir com aquilo que antes foi a sua motivação embrionária. Sente-se então realizado e confiante das suas escolhas e motivações.
A partir daqui, e instalado este processo, que oscila de pessoa para pessoa, o indivíduo sente as suas raizes de personalidade bem como as suas skills cada vez mais consolidadas e agarradas à terra. Não sendo estanque, este descobre entre este processo, novas motivações ainda embrionárias, mas que lhe despertaram curiosidade para serem desenvolvidas. E aqui começa o caminho para saber com o que perder tempo e não perder tempo, o que rejeitar e o que se pode adaptar "às minhas" motivações. Estas escolhas dão ao indivíduo uma das capacidades que necessita ter para continuar a sentir-se focado, a coerência. A coerência instala-se quando o indivíduo sente que está a agir consoante aquilo que sente ser a sua essência, o que prolonga e motiva para sentir que está a caminhar pelo caminho certo.
Tiago Bôto

Parado ou em Movimento?


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Roll over Beethoven



Im gonna write a little letter,
Gonna mail it to my local dj.
Its a rockin rhythm record
I want my jockey to play.
Roll over beethoven, I gotta hear it again today.

You know, my temperatures risin
And the jukebox blows a fuse.
My hearts beatin rhythm
And my soul keeps on singin the blues.
Roll over beethoven and tell tschaikowsky the news.

I got the rockin pneumonia,
I need a shot of rhythm and blues.
I think Im rollin arthiritis
Sittin down by the rhythm review.
Roll over beethoven rockin in two by two.

Well, if you feel you like it
Go get your lover, then reel and rock it.
Roll it over and move on up just
A trifle further and reel and rock it,
Roll it over,
Roll over beethoven rockin in two by two.

Well, early in the mornin Im a-givin you a warnin
Dont you step on my blue suede shoes.
Hey diddle diddle, I am playin my fiddle,
Aint got nothin to lose.
Roll over beethoven and tell tschaikowsky the news.

You know she wiggles like a glow worm,
Dance like a spinnin top.
She got a crazy partner,
Oughta see em reel and rock.
Long as she got a dime the music will never stop.

Roll over beethoven,
Roll over beethoven,
Roll over beethoven,
Roll over beethoven,
Roll over beethoven and dig these rhythm and blues.

I´m speaking of those who won´t accept a useless life!

"You and the theatres of Paris", he said to me. "No matter what we´re talking about you bring back to the theatres and the actors-´
His brown eyes were very big and trusting. And even drunk as he was, he looked spruced in his red velvet Paris frock coat.
"Actors and actresses make magic", I said. "They make things happen on the stage; they invent; they creat".
"Wait until you see the sweat streaming down their painted faces in the glare of the footlights", he answered.
"Ah there you go again", I said. "And you, the one who gave up everuthing to play the violin"... (...) "You make life when you play", I said. "You create something from nothing. You make something good happen. And this is blessed to me".
"I make music and it makes me happy", he said. "What is blessed or good about that?"
I waved it way as i always did his cynicism now.
"I´ve lived all these years among those who create nothing and changed nothing," i said. "Actors and musicians - they´re saints to me".
"Saints?" He asked. "Blessedeness? Goodness? Lestat, tour language baffles me".
I simled and shook my head.
"You don´t understand. I´m speaking of the character of human beings, not what they believe in. I´m speaking of those who won´t accept a useless life, just because they were born to it. I mean those who would be something better. They work, they sacrifice, they do things"...

The vampire Lestat By Annie Rice

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Her Morning Elegance

começo...
sai da cama. lava os dentes. toma banho à pressa. lê o jornal com o copo de café de numa mão e o pires da torrada no outro. ou nem sequer jornal. ou nem sequer torrada no pires. as meias de vidro. os sapatos apertados.batom. a camisa branca torta. a camisa branca endireitada. o cabelo preso por um cordel. pega na mala ainda desarrumada do dia anterior. chaves do carro. desce as escadas. abre a porta do prédio.começa o dia e ela sempre na sua harmonia... matinal. sai para a rua. procura. inventa. ri.muda. cora. engana-se. procura. surpreende-se. escolhe. viaja. conhece. procura. descobre. aqui vos apresento... her morning elegance


Her Morning Elegance

Dêm uma vista de olhos:)

Bem vinda Miss Muffy:)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

I.E

Inteligência emocional é um conjunto específico de aptidões utilizadas no processamento e conhecimento das informações relacionadas à emoção. Na história da psicologia moderna o termo “inteligência emocional” expressa um estágio na evolução do pensamento humano: a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar o estado emocional próprio ou de outra pessoa de forma organizada.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Vita Nuova

I stood by the unvintageable sea
Till the wet waves drenched face and hair with spray;
The long red fires of the dying day
Burned in the west; the wind piped drearily;
And to teh land the clamorous gulls did flee:
"Alas!" I cried, "my life is full of pain,
And who can garner fruit or golden grain
From these waste fields which travel ceaselessly!"
My nets gaped wide with many a break and flaw,
Nathless i threw them as if my final cast
Into to the sea, and waited for the end.
When lo! a sudden glory! and i saw
The argent splendour of white limbs ascend,
And in that joy forgot my tortured past.
By: Oscar Wild.

sábado, 25 de julho de 2009

Please!

Interactive wall of LEDS - La Vitrine - Montreal



Moment Factory (momentfactory.com) developed the interactive system and designed the interactive content.
PHOTONIC Dreams (photonicdreams.com) created the original LED video wall of La Vitrine, in Montreal.

The installation includes tracking devices and low-resolution LED displays and is capable of showing many different visualizations based on the presence and movement of people.

Hey Jude!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

LES YEUX D UN ENFANT SONT JAMAIS PETITS
Exposição de fotografia de TERESA COUTO
15 de Julho, quarta, 22h45 inauguração, patente até 1 de Agosto

sábado, 11 de julho de 2009

Heavy Croos

Cameron Carpenter: Revolutionary Etude



Carpenter has bachelor's and master's degrees from The Juilliard School in New York, having studied with Gerre Hancock, John Weaver, and Paul Jacobs. Though he is not religious, Carpenter is artist-in-residence at Middle Collegiate Church in New York's East Village, where he plays a four-manual virtual pipe organ that he designed for the broad ranging music of that church.
A champion of virtual pipe organs, Carpenter has been referred to as "the most controversial organist in the world" and "extraordinary" while also attracting criticism.

Early in 2008, Telarc signed Carpenter to an exclusive 6-album recording contract. His Telarc debut album, Revolutionary, was recorded as a CD and DVD at Trinity Church Wall Street in New York City, and released September 23, 2008. The title comes from Carpenter's transcription of Chopin's Revolutionary Etude. The album has earned Carpenter a Grammy nomination in the category Best Solo Instrumental Performance (without orchestra). His first commercial album was a 2006 CD/DVD, Pictures at an Exhibition, on SeeMusicDVD. It includes his arrangement of the programmatic piano work by Modest Mussorgsky, and his own improvisatory "New York City Sessions." Visuals for the Moussorgsky were created by Marshall Yaeger and his Kaleidoplex. The recording was made at Trinity Church, New York.
An "early" recording, made in 2005 and financed by the Allen Organ Company, was titled notes from the underground. This recording was a highly unusual project for Allen, as Carpenter was given near-complete artistic control of the album, selection of the program and even oversight of graphic design (featuring location shots of Carpenter at famous New York City graffiti sites). This album was not reissued by Allen and is now a rarity.



Tirado daqui

quarta-feira, 8 de julho de 2009

HOME

THIS IS A CALL OF ARMS

This is a call of arms to live and love and sleep together

We could flood the streets with love or light or heat whatever

Lock the parents out, cut a rug, twist and shout

Wave your handsMake it rain

For stars will rise again

The youth is starting to change

Are you starting to change?

Are you?

Together

In a couple of years

Tides have turned from booze to tears

And in spite of the weather

We could learn to make it together

The youth is starting to change

Are you starting to change?

Are you?

Together

The youth

sexta-feira, 3 de julho de 2009


Se isto é um
que será dois?
Não é só um mais um
Às vezes é dois
e não deixa de ser um.
Como às vezes um
também não deixa de ser dois.
Não são claras as contas da realidade
ou pelo menos não o é
a nossa leitura dos seus resultados.
Assim nos escapa
o que há entre um e um,
escapa-nos o que há
simplesmente no um,
escapa-nos
o que há em menos um,
escapa-nos o zero
que circunvala ou acompanha sempre
o um e o dois.
A rosa, é uma?
O amor, é dois?
O poema, é nenhum?

Roberto Juarroz, em Poesia Vertical, Campo das Letras, Porto (1998)Tradução de Arnaldo Saraiva

sexta-feira, 19 de junho de 2009

LEE MILLER




Lee Miller was born in 1907 in Poughkeepsie, New York USA and first entered the world of photography in New York as a model to the great photographers of the day such as Edward Steichen, Hoyningen-Huene and Arnold Genthe.
In 1929 she went to
Paris and worked with the well known Surrealist artist and photographer Man Ray, and succeeded in establishing her own studio. She became known as a portraitist and fashion photographer, but her most enduring body of work is that of her Surrealist images. She returned to New York in 1932, and again set up her own studio which ran for 2 years and was highly successful. It closed when she married a wealthy Egyptian businessman Aziz Eloui Bey and went to live with him in Cairo, Egypt. She became fascinated by long range desert travel and photographed desert villages and ruins. During a visit to Paris in 1937 she met Roland Penrose, the Surrealist artist who was to become her second husband, and travelled with him to Greece and Romania. In 1939 she left Egypt for London shortly before World War II broke out. She moved in with Roland Penrose and defying orders from the US Embassy to return to America she took a job as a freelance photographer on Vogue.
In 1944 she became a correspondent accredited to the US Army, and teamed up with Time Life photographer David E. Scherman. She followed the US troops overseas on 'D' Day + 20. She was probably the only woman combat photo-journalist to cover the war in Europe and among her many exploits she witnessed the siege of St Malo, the
Liberation of Paris, the fighting in Luxembourg and Alsace, the Russian/American link up at Torgau, the liberation of Buchenwald and Dachau. She billeted in both Hitler and Eva Braun's houses in Munich, and photographed Hitler's house Wachenfeld at Berchtesgaden in flames on the eve of Germany's surrender. Penetrating deep into Eastern Europe, she covered harrowing scenes of children dying in Vienna, peasant life in post war Hungary and finally the execution of Prime Minister Lazlo Bardossy.
After the war she continued to work for Vogue for a further 2 years, covering fashion and celebrities. In 1947 she married Roland Penrose and contributed to his biographies of
Picasso, Miro, Man Ray and Tapies. Some of her portraits of famous artists like Picasso are the most powerful portraits of the individuals ever produced, but it is mainly for the witty Surrealist images which permeate all her work that she is best remembered.
Lee Miller died at Farley Farm House in 1977.
Mais Aqui.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Epifanias mentais de seu carácter autista desmezoradamente despropositadas de propósito.

Capitulo I
Amiga - Se queres realmente radicalizar o problema não digas que vais dar um murro na mesa, parte logo a mesa à cabeçada!
Homem do cinema - Bolas, se tenho medo, tenho medo e mais nada, não me apetece arranjar soluções, todas as soluções são parvas! Acabamos sempre à rasca, aflitos: "aceitar a morte com dignidade", o tanas, o tanas,, quanso um tipo quer é desatar a correr ou a levantar pesos e alteres e sei lá, partir a mesa à cabeçada... conheci um tipo, uma personagem de um filme, que estava a morrer de cancro e passava as duas horas que durava a fita a foder; era uma obra de vanguarda, vanguarda pornográfica!... Ainda nos espantamos com a nossa sede de viver... ainda me espanto?! Será que tu, amiga... não queres, flor da vida, sem sentido a vida sem ti...
Amiga - A necessidade é o que não podemos escolher, o que nos é imposto e que nos obriga. É aquilo a que devemos obedecer. A liberdade é a possibilidade de escolhermos por nós próprios o que pensamos, o que fazemos, do que gostamos, onde vamos, como nos comportamos...
Homem do cinema - Nascemos, crescemos e morremos. A nossa vida está assim circunscrita a um tempo determinado. Todavia, quando fazemos algo que nos agrada realmente, o tempo parece parar. Mas a eternidade é imensa...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

When trash becomes art

"Why have artists employed - and why do they continue to employ - trash?
Trash has been incorporated, photographed, "treated", emphasised, camouflaged or "corrected", but which still remains trash, that is, something that belongs in a garbage can or a dump.
We ourselves have been discarded or rejected by other humen beings: more or less on a daily basis, we are forced to recover, scrape together and reassemble fragments og ourselves.
As we look at Alberto Burri´s used sacks or the details of corpses photographed in the morgue by Andres Serrano, we might recall the voice of Cathy Berberian, capable of blending fine music with "pop" music: we might listen to a composition by Paolo Castaldi; we might reread certain lists by Bohumil Hrabal or certain "frisbees" by Giulia Niccolai; we might think back to certain film sequences by Abel Ferrara or other vocal collages by Meredith Monk... and, as we do, we might realise that twentieth-century is packed with recovered material, reuses and contaminations, shreds, fragments, discards and "noise".
To save and preserve trash, to try to hold on to it, to help it to survive by rescuing it from the void, from nothingness, from the dissolution to which it is destined, the desire to leave a trace, a sign, a hint for posterity, involves a psychological dimension that is also political"
By Lea Virgine.