terça-feira, 16 de outubro de 2007

PALAVRAS RECICLADAS

Sonho do sono

Abram-se as janelas de par em par,
me cegue os olhos esta sombra,
a sombra da azáfama

Um Deus, para fazer, ao qual bastam apenas
o que foi Tróia e o que foi meu cão.
Este é o tempo,
Eu vos bendigo!
Se o destino cruel não me consente

Do pináculo formoso
Não cometera o moço miserando,
madrugada de prata sobre campos.

Decantarei teu rosto,
disse-me o meu destino a chorar
Estou à espera
Como eu desejo aquele que vai ali na rua.

Não tiraram o doce sono as lembranças
porque me levanto quando os outros dormem?
Do amor se faz amor,
pedaços de fantasia,
onde as montanhas, tamanhas manhãs,
descobrem o fundo nunca descoberto.

Que mantimentos levas,
quando um anjo se decidir a resplandecer
e a verdade for mentira?


Reciclagem

Sonho do sono

Abram-se as janelas de par em par
Me cegue os olhos a sombra da azáfama.

A um deus basta
o que foi Tróia e o que foi meu cão.

Estou à espera,
decantarei teu rosto.

Não tiraram o doce sono as lembranças,
pedaços de fantasia
descobrem o fundo nunca descoberto.

Que mantimentos levas
quando um anjo decidir resplandecer
e a verdade for mentira?

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